Mais notas sobre a partilha, e não só.

Recebi do Augusto o seguinte texto que reproduzo na íntegra:
“Partilha…não partilha…
Como não tenho visitado diariamente o nosso blog não me apercebi de imediato da calorosa discussão – leia-se “opinação”, sobre a regra do partilhar a carne entre os participantes de uma mesma noite num mesmo local de caça, regra essa vigente desde o primeiro dia da fundação do 1gcabp. Assim, para serem evitados mal-entendidos em caçadas futuras, submetemos á votação dos Associados do 1gcabp a alteração (ou não) da citada regra:
Voto SIM, para manter a regra…
Voto NÃO, para mudar a regra, cada um fica com o que caça…
Voto TALVEZ, para alterar a regra: a decisão de partilha passará a ser tomada no início da espera por todos os caçadores presentes (esta última foi proposta pelo sócio fundador Paulo Vilela).
Aproveitamos para pedir aos Associados interessados na participação das “coisas” do 1gcabp que tentem reunir uma nova “Direcção” de 4… (como sabem os actuais “Directores” são os sócios fundadores J.Franco, Paulos António e Vilela e eu) –lufada de “ar fresco”…precisa-se!
A votação da “partilha” termina no dia 27 do corrente.
Abraço

AP”

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23 respostas a Mais notas sobre a partilha, e não só.

  1. Nuno Rosado diz:

    Não querendo estar a chover mais no molhado, penso que a partilha faria todo o sentido como o culminar de todo um processo de entregam de trabalho e de evolução – faz sentido no ambito de uma equipa visto que o resultado é a soma da participação de todos e se assim não fosse nem sequer se atingiria o objectivo de conseguir cobrar.
    Posto isto, parece-me óbvio numa situação de batida e ou trabalho de equipa na busca ou na recuperação será de todo sensato premiar esse mesmo espírito. Agora digam-me, uma espera é um acto venatório solitário e o produto será o resultante do que o caçador souber ou conseguir fazer. Para mim é óbvio que nestas situações o caçador deve partilhar se e só se ASSIM O ENTENDER ora porque nem sequer gosta da carne, ora porque a quer dar a provar ou mesmo porque tem a arca cheia. E digo mais e digo-o do ponto de vista de quem não cobrou ainda nada – para mim de nada me serve que me deem umas febritas porque sou eu mesmo que não o quero assim porque apesar de caçar pela carne, não lhe sinto o mérito e não a sinto minha.

    Grande abraço
    NR

  2. Nuno Oliveira diz:

    Bem como passei a sócio do 1GCABP creio que tenho a obrigação de pronunciar-me, embora nunca tenha cobrado nenhum animal.

    Normalmente as regras impostas são más. (Eu sou um defensor da Constituição (regras genéricas e universais), e acho que a necessidade dos Homens legislarem tudo, é um bom indicador da imoralidade do “Mundo moderno”. Eu não preciso que me obriguem a pagar impostos, eu sei que preciso de pagar impostos, só preciso que me digam quanto devo contribuir e qual o racional, mas isso sou eu!) Eu creio que neste grupo somos todos cavalheiros e entusiastas da boa vida, companheiros, e que por todas as razões entre caçadores o normal é quem abate partilhar a caça. Um acto voluntário e de bom relacionamento, que deve fazer parte da nossa cultura e não das regras.

    Assim o meu voto ao qual me sinto obrigado a proferir moralmente é um NÃO.

  3. sergioramalho diz:

    Boa noite pessoal, quanto ha questao do dividir estou de acordo com o paulo vilela acho que e algo que se tem de esclarecer no inicio de caçada, eu por exemplo caço quase sempre com um ou dois amigos sempre que matamos colocamos a carne numa arca que temos nossa e vamos tirando sempre que precisamos…e quando terminar vamos arranjar mais…ja num grupo grande acho de deve ser decidido no inicio como sempre tenho conhecido essa regra(o chamado caçar para o montão)e no final dividido…

  4. José Madureira diz:

    Boas,

    Independentemente da conclusão desta votação, o que se me oferece dizer acerca do tema é o seguinte:

    - Sou um bocadinho avesso a regras rigidas e impostas por maioria. Não defendo a anarquia, mas custar-me-ia um pouco dividir o produto da minha caça só porque sou… O-BRI-GA-DO!!!.

    - Creio que deve imperar o bom senso. Como seria de esperar, o caçador que não partilha a sua caça não pode esperar que de futuro outros a partilhem com ele.

    - O tamanho do animal abatido pode fazer alguma diferença, neste caso, se por obrigação se divide a carcaça, vai calhar uma ninharia a cada um… parece-me absurdo… (Sim, eu sei, não se pode atirar aos listados…)

    - Não consigo imaginar, por ex., quatro companheiros a regressar duma caçada, já noite dentro, cansados, dentro do carro e neste cenário, apenas um deles está feliz porque cobrou um porcão. Nesta caçada, todos ajudaram a procurar o bicho. Da mesma maneira, todos ajudaram a “depenar” a carcaça mas só um vai contando alegremente o lance magnifico, enquanto pelo meio da história, anima os companheiros dizendo: -” Vá não fiquem assim, há-de chegar a vossa vez de cobrarem um javali com o mesmo tamanho do meu…” Ou então: -” Amanhã vou fazer um guisadinho de lombo de javali … depois conto-vos como foi… aposto que é delicioso”.
    Não me parece possivel. Os caçadores do 1GCABP são pessoas de bem e estou certo que nenhum destes seria capaz de vir embora sem oferecer um pouco de carne.

    No fundo são questões que já foram abordadas.

    Por mim digo NÂO à existência de uma regra que me vai obrigar a algo. Por certo o companheirismo e a amizade irão ditar a regra, no momento da partilha.

    Abraços
    JM

  5. Henrique Jourdan diz:

    Boas caçadas para haver boas partilhas!
    O meu voto é NÂO , o caçador deverá decidir a partilha ou não da peça abatida
    t

  6. Filipe Augusto diz:

    Eu voto TALVEZ, já fundamentei anteriormente o porquê.
    Quanto á direcção do 1º GCABP, sinceramente acho que deve continuar a mesma direcção por todos os motivos e mais alguns,”Equipa que ganha não mexe!”, também porque a identidade do grupo acenta de certo modo em vocês. Daí apelo a que continuem como direcção e também apelo ao grupo que ajude a direcção e que colabore no necessário por forma a facilitar e folgar o trabalho desta.
    Abraço a todos.

    • Filipe Augusto diz:

      O meu talvez é pelo facto de ser o caçador a tomar a iniciativa da partilha, e não pela regra de decidir antes de caçar até porque não se vai decidir partilhar uma coisa que ainda não se tem!!!

      • Diogo Oliveira e Sousa diz:

        Meus queridos amigos,

        O que está em votação é uma regra que obriga a partilha e não a partilha em si! Todos nós partilhamos. Não é isso que está em causa. Nunca eu cobrei um bicho, com arco, neste grupo, que não fosse partilhado pelos presentes. E olhem que já foram alguns que viveram esta situação!

        Pelo que explicas Filipe, o teu talvez é um não! Se é essa a tua convicção o teu voto devia ter sido no NÃO e não no talvez!!

        Senão fica tudo baralhado! Eu também votei não e sou completamente a favor da partilha, só não sou da regra como ela está!

        Abraço

      • Pois… é um NÂO.

    • Nuno Ramalho diz:

      Concordo com o Filipe em relação a direcção, até porque acho que o grupo não se conhece bem o suficiente (falo por mim) para eleger novos membros para a direcção. Ao apelo que o Filipe deixou de ajudarmos a direcção mostro a minha disponibilidade e acho também importante realizarmos eventos (treinos nocturnos como já foram sugeridos, jantares/almoços de convívio, etc…) a fim de nos conhecermos melhor e até poder discutir este tipo de assuntos em locais que estimulem o diálogo. Reconheço que é difícil juntar um grupo grande de pessoas ainda para mais de diversas zonas do país mas se se programarem com tempo e não forem de regularidade intensiva, por exemplo mensal ou trimestral, penso que todos ou grande parte conseguiria vir… Abraço

  7. Tiago Lemos diz:

    Boas companheiros de armas,

    Eu voto Sim! Sou a favor da partilha da caça e partilho.
    Apesar de no 1º GCABP, não existirem estatutos propriamente ditos, nos quais as “regras” estejam devidamente estipuladas, ainda assim existem directivas/recomendações que todos os associados conhecem e respeitam e que até á poucos dias, ninguem tinha posto em causa ou solicitado alteração das mesmas.
    Abraço

  8. JF diz:

    E agora só para vos baralhar as ideias: talvez não.
    Falando à seria, estou de acordo tanto com o Jorge Pedro, como com o Diogo.
    Caçamos porque nos dá prazer, gostamos e precisamos de caçar, como acto de contacto com os bichos e restante Natureza, ou só para arranjar uma desculpa para não ir ao talho? Parte do prazer que se tira da caça inclui também o partilhar (lá estamos nós outra vez) com quem foi menos afortunado naquele dia. Mas deve sempre ficar ao critério de quem cobra a peça.
    Parto do princípio, que todos os que compõem este grupo são pessoas de bem, e caçam pelo prazer que tiram do acto, tendo como factor acessório pôr uns quilos de bela carne na arca, pelo que o acto de partilhar surgirá naturalmente.
    Entretanto e enquanto se decide, ou não, tão ponderosa questão, treinem, para que na próxima lua tenham algo que partilhar, além das histórias :-)
    Fiquem bem.

  9. Jorge Pedro diz:

    Caros amigos
    Sou um membro muito jovem ( de 51 anos ) nesta organização (Grupo), mas em virtude de me ter filiado no grupo e de ter tido a oportunidade e o prazer de conhecer e conviver com alguns elementos do grupo, na Lagoalva, de aquilo que me foi possível apreciar e avaliar, a verdade é comprovei um comportamento que muito me apraz, pois verifiquei que existe um grande espírito de camaradagem e de “partilha” de …( ideias, amizade, técnica, material, comida, carcaça abatida, etc,etc… ) pelo que julgo que este espírito deve existir por livre e espontânea vontade e nunca por obrigatoriedade. Penso por isso, que o “talvez” faz todo o sentido, mas eu voto “Não”, pois a caça de espera ao Javali é paga individualmente, não sendo uma caça de grupo, podendo no entanto ter um grupo que a desenvolve e promove, desenvolvendo as suas várias vertentes entre elas a mais bonita de todas?… a camaradagem e a amizade…
    Quero ainda deixar aqui bem claro, que apesar de votar “Não”, se algum dia conseguir abater algum javali com arco, terei todo o gosto em oferece-lo e dividi-lo por todos os arqueiros/besteiros presentes, mas porque assim o entendo e não porque me obrigam os estatutos.
    Abraço
    Jorge Pedro

  10. Paulo vilela diz:

    Bem como é logico voto no TALVEZ,este talvez surgiu na adaptação ás outras duas em conversa na loja quando se começou a discutir(no bom sentido) a divisão da carne das peças já que não havia consenso entre os presentes.
    O meu TALVEZ surgiu para evitar a possivel “habilidade” que alguem pode-se ter no caso de cobro (ou não) seu ou de um seu companheiro,falando no principio acabava-se com tais coisas.

    O Diogo focou varias coisas com a sua logica,o Sr Augusto lembrou a “regra” do grupo.
    Acho que partilhar deve partir de quem tem para partilhar e se o achar que o deve fazer e não porque tem de o fazer.
    Esta “regra” da “obrigatoriadade”surgiu no inicio do grupo (em que eramos meia duzia) e tinhamos só um sitio para exercer a actividade,com um ratio de avistamentos muitissimo baixo e com um de cobros ainda bem menor,logo quando se cobrava algo nem nos passava pela cabeça não partilhar (agora tambem digo que nem passava pela cabeça de cada um de nós que era obrigatoria, a partilha era normal\natural).

    Felizmente o 1GCABP cresceu a todos os niveis(socios,zonas ,avistamentos abates etc atc) com estes factores surgiram algumas questões que antes nem eram equacionadas sendo esta uma delas.Uma das coisas que penso que tem de haver é bom senso porque parta-mos do principio “logico” que a partilha tambem surge pelo tamanho da peça(lembrei-me desta questão(mas há muitas mais) porque ate envolve algum humor á mistura.Acho que ninguem vai partilhar ou exigir que partilhe um animal de 30 kls por 3 ou 4 caçadores (por exemplo)

  11. AP diz:

    É…acho que o Diogo perdeu algum tempo a pensar nisto tudo…eu deixei-me levar pela pressa em “resolver” este assunto e não pensei bem no mesmo…ou seja, falta uma hipótese nas opções da votação: deixa de haver “regra”! fica à consideração do caçador que abate…!
    Resumindo:
    Voto SIM, para manter a regra…
    Voto NÃO, para eliminar a regra, cada um fica com o que caça…ou decide o destino a dar à carne…
    Voto TALVEZ, para alterar a regra: a decisão (seja ela qual for…) passará a ser tomada no início da espera por todos os caçadores presentes (esta última foi proposta pelo sócio fundador Paulo Vilela).
    Votem…ou não votem…é convosco…! eu aproveito esta intervenção para dar o meu voto: TALVEZ.
    Abraço
    AP

  12. Diogo Oliveira e Sousa diz:

    Boa tarde a todos.

    Vão-me perdoar a franqueza, nomeadamente o Sr. Augusto, por quem tenho uma estima e respeito enorme e por quem, ao fim deste curto espaço de tempo em que nos conhecemos, criei uma amizade pura e certa. Não pretendo que levem a mal mas sim expressar a minha opinião.
    Este tipo de questão parece-me perfeito para arranjar conflitos. A partilha deveria ser uma coisa espontânea.
    Sr. Augusto, parece que é com algum prazer que está a ver as respostas caírem no Talvez. Pergunto: Se o Não ganhar quer dizer que sou obrigado a ficar com o que mato? Será que se eu oferecer aos colegas estes vão dizer que não podem levar para respeitarem uma regra deste género? E se ganhar o Talvez, eu no inicio da caçada digo que não quero partilhar mas depois no fim até mudo de ideias!!!! Como é então? Vão dizer que não porque eu no inicio disse que não queria partilhar e agora estão “amuados”??!!!! Acho completamente ridículo, diria mesmo infantil.

    Eu voto NÃO.

    Mas não é no NÃO descrito nas hipóteses acima. O meu voto é que não deve haver uma regra que me obrigue moralmente (supostamente!) a dividir o fruto de uma caçada que à partida não é em grupo. Não é por termos de partilhar que se vai gerar companheirismo. Esses sentimentos que me parecem querer manter/gerar no grupo, são sentimentos característicos de pessoas de bem, de pessoas educadas, de pessoas altruístas, de CAÇADORES. Enfie o barrete a quem lhe servir.

    Curiosamente acho que a sua proposta é tendenciosa. Onde está a hipótese de, partilha quem quer, de livre e espontânea vontade, sem momento prévio de escolha?? Esta devia ser a conduta inerente a quem se junta a este grupo. Mal comparado, é como oferecer uma prenda de aniversário a alguém, ou fazer uma surpresa a um familiar. Onde está a surpresa da partilha voluntária nestas hipóteses? Ou no dia dos namorados só levam uma florzita para casa porque a patroa disse ao acordar que queria uma florzita? Onde está o sabor da coisa?? Não é muito mais agradável receber alguma coisa sem estar à espera?

    Nós devemos, enquanto grupo, transparecer uma conduta e uma maneira de estar inquestionável e exemplar As pessoas que se juntam ao grupo é melhor que se juntem por bem ou não serão bem vindas. Esta é a minha maneira de ser e de ver as coisas, quem me conhece sabe bem com o que conta e sabe que ouve o que penso. Não posso mudar o mundo inteiro mas posso tentar mudar o mundo à minha volta. E tento muda-lo todos os dias através do exemplo.
    As pessoas que vierem deverão apreciar as nossas partilhas e camaradagens, mas pelo que queremos partilhar e não pelo que temos de partilhar.

    Já viu o tipo de etiquetas e pensamentos venenosos (mas à séria) que uma regra como esta pode trazer?
    Esta regra existe desde a fundação do grupo. Que tamanho tinha o grupo na altura? Que tamanho tem o grupo (ou influencia) agora? Eu não sou sócio do grupo, mas também o sinto como meu grupo. Orgulho-me em “pertencer” ao 1gcabp.
    Temos de primar pela seriedade, pela legalidade, pela camaradagem e pelos interesses da caça.
    Será que esta regra pretende que pessoas menos dignas não tenham hipótese de provocar azedo na boca? Qual é o objectivo? É este o tipo de perguntas que me ocorrem para tentar justificar a necessidade de regras como essa.

    Com respeito à direcção digo muito sinceramente que não conheço a maioria das pessoas do grupo, mas penso que ninguém mais faria sentido que não a direcção actual. O Sr. Augusto e o Sr. Zé Franco são como um planeta. Tudo o que aqui se passa gira à vossa volta. Respeito que queiram mudar independentemente das razões, que a mim pouco me dirão respeito, mas no dia em que estes senhores saírem é o dia em que o grupo acaba para passar a ser outra coisa…

    Um grande abraço e tudo de bom.

  13. AP diz:

    Como eu calculava a tendência é para alterar a regra para TALVEZ – “tomada de decisão no início da espera”…mas vamos esperar até ao próximo dia 27 (véspera do início das esperas ao luar).
    Abraço
    AP

  14. Domingos Repas diz:

    Boa tarde a todos,
    eu sou a favor da partilha, nada mais importante numa caçada de grupo do que o momento de “arranjar” o javali e dividir com os elementos do dia da caçada, promovemos a boa camaradagem, o espírito de grupo e a amizade, tudo isto mais importante do que a “carne”. Se um elemento caçador quer, o javali que ele possa caçar nesse dia, levá-lo para casa inteiro, só tem de o dizer no inicio a todos, eu não me importo nada com essa decisão, pois está no seu direito. Na questão de conflitos, só interpreta mal a decisão do caçador, quem por mal for caçar.

    • Nuno Rosado diz:

      Boa tarde, Domingos!

      O que me está a parecer é que estamos todos a falar do mesmo mas com palavras diferentes.
      É evidente que quem me ajudar numa qualquer parte da jornada de caça terá no mínimo direito a provar o petisco, o que aliás é sempre tradição na matança dum porco caseiro. Essa será sempre a opção tomada por mim. Se a recuperação do animal por exemplo exigir mais tempo e aplicação duma ajuda, de certeza partilharei uma perna e com um parceiro ainda mais empenhado não me importarei de criar uma excepcional regra de 50/50. Esta última é uma regra muita especial porque envolve iguais niveis de partilha de esforço, disponibilidade e performance.
      Repito: não é uma questão de regra mas sim de bom senso.

  15. Concordo com o que o o Nuno disse… a partilha é um sentimento de união do grupo. Pessoalmente não me sentiria bem se num dia (espero que seja o próximo) que deixe um gajo deitado com um furo de flecha não o desse a provar aos meus companheiros de jornada que comigo partilharam essa noite.

    Um grande SIM.

  16. Nuno Rosado diz:

    Sem dúvida o talvez!
    Já me aconteceu estar na fundação de outros grupos e de intervir muito intensamente no cimentar na ética e coesão do grupo e como é óbvio existem sempre todos os tipos de tendências e quanto maior for a amplitude de opiniões respeitada mais robustos serão os alicerces e mais duradoura e forte será a organização – Ainda mais! é mandatório que assim seja porque a nenhum de nós faltam opiniões sendo esta coesistência os mais duradouro dos cimentos.
    Dividir ou não dividir será apenas uma questão de bom senso.. a decidir caso a caso porque quem tem o ónus da decisão – quem cobrou!
    Abraço
    NR

  17. Nuno Ramalho diz:

    Eu sou a favor da partilha pois é um acto de louvar nos dias que correm, se é imposto ou espontâneo é outra questão, não vejo a regra como uma imposição pura e dura mas sim como um “empurrãozito” para sermos mais generosos e fomentar a união do grupo. Pessoalmente mesmo sabendo desta regra não pediria nada nem me sentiria bem a faze-lo pois acho que a partilha tem de partir de quem cobrou e se todos pensarem assim este tipo de regras acabam por ser irrelevantes na prática, no entanto o meu voto é em talvez pois respeita ambas as partes e não cria nenhuma imposição que possa levar a conflitos.

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