Material

Análises de produtos, resolução de problemas (na medida do possível), opiniões sobre o material, links e o que mais acharmos que aqui cabe.

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44 respostas a Material

  1. joao diz:

    Bom dia a todos
    Tenho 15 anos e para o proximo ano vou tirar a carta de caça com arco o primeiro sitio onde tava a pensar ir caçar era na tapada de mafra.
    axam que é um bom sitio para inisiar?
    e tambem gostava de saber se em Portugal se pode praticar caça ao coelho(http://www.youtube.com/watch?v=vpzPhKMOrPc) e pesca com arco(http://www.youtube.com/watch?v=uhVmXvC3Vfo)?

    • JF diz:

      Bom dia João

      Bem vindo.
      De que zona do país é? Há quanto tempo faz tiro com arco?
      Em resposta às suas perguntas:
      1 – A caça na Tapada de Mafra obedece auma inscrição que costuma ter a data limite em 19 de Agosto sendo o sorteio efectuado em 27 de Agosto – tem sido assim nos últimos anos. Como o exame prático este ano está marcado para 15,16 de Setembro, não deverá poder inscrever-se para uma caçada em Mafra no ano em que tirar a carta de caçador/arqueiro.
      2 – A caça menor pode ser feita com arco, só havendo diferença de dias para caçar com arco ou com arma de fogo nas áreas de caça não ordenada.
      3 – A pesca com arco em Portugal é proibida.

      Quaisquer outras perguntas que queira fazer, qualquer membro do 1gcabp terá muito prazer em lhe responder. Consulte também o fórum para ter acesso a mais informação.

      • joao diz:

        Bom dia obrigado pelo exclaresimento.
        eu fasso tiro com arco a cerca de ano e meio e sou de castelo branco

  2. edgar diz:

    ora boa noite algum dos senhores sabe se ha nais alguma loja de material online queria comprar na proflecha mas acho que nao tem vendas oline nem preços viziveis algem poderia dar uma dica??
    obrigado abraço

  3. Pingback: Teste de pontas | 1º Grupo de Caçadores com Arco ou Besta de Portugal

  4. Filipe Pinto-Coelho diz:

    Curioso.
    tenho exactamente esta mira, comprada em março deste ano mas é a “Chuck Adams super-slam” Edition e têm várias coisas diferentes.
    A luz têm reostato(mas não uso luz),os alinhamentos verticais/horizontais têm linhas de referencia mas não fazem “click” sonoros(infelismente,e não percebo porque se pode mover a cabeça toda milimetricamente e não cada pin individual que para acertar a mira dá muito mais jeito e depois não mexe),os pins são todos do mesmo tamanho(infelismente),os pins são muito luminosos mas para caça, apenas ùtil quando se caça à maneira “legal” Americana no lusco-fusco porque nas esperas à noite são iguais a qualquer outro Pin.
    Gosto muito desta mira especialmente pela solidez,facilidade de montar/desmontar sem perder posição e possibilidade de afastar bastante do olho dando mais precisão.

  5. marco pereira diz:

    Tantas porras por causa das rampas….na hora da verdade os indios e os nativos africanos não perdoam poque errar é meio caminho andado para se tornarem vegetarianos..treinem mais e deixem se de teorias para fazerem contar cada tiro na hora da verdade…..tal como eu faço..eh eh eh ….doi não doi…?um abraço em especial para o Ze e o Augusto…

  6. miguel duarte diz:

    Franco,
    no teu pdf sobre a forma rápida de medir o comprimento de cordas, na alínea d sobre o «desconto» na medição para arcos recurvos e LB se quiseres podes acrescentar que para a medida de uma corda de uma besta recurva basta retirar 3″ à medida total da curvatura das palhetas com a corda não montada, e já agora, o número correcto de voltas na corda é encontrado dividindo a força máxima das palhetas por 10: por exemplo 95lb são 9 ou 10 voltas, 200lb são 20voltas.

  7. Archeroliveira diz:

    Haa OK queriam fazer passar um camelo pelo buraco da agulha assim efectivamente não dá.
    Um abraço.

    • Paulo Vilela diz:

      Achas que as blazer vanes sao carga a mais para uma rampa?eu nao acho.

      • Archeroliveira diz:

        Não não acho mas sabes muito bem que embora sejam mais curtas são bem mais altas e pelo que eu percebi é esta altura que bate.
        Um abraço.

  8. Archeroliveira diz:

    Até a data não me apercebi de nada disso claro que são só 268 fps eu ouvi em algum lado que mais de 300 fps que esse problema acontecia.
    Um abraço.

    • Paulo Vilela diz:

      Li que batiam era na trave que trava braço dai dizerem que tinha pouco clearance.

      • Miguel Duarte diz:

        O Paulo tem razão, eu tive uma rampa dessas montada no Mathews e com flechas mais grossas e penas maiores de vez em quando batia, isto porque essa rampa (e no geral as rampas desse tipo) são perdoam muito pouco os torques de pulso em especial se usarem penas largas ou spins.
        A questão da velocidade da saída da flecha ser maior do que a da queda da rampa não se coloca porque nas bestas trackless há quem use essa rampa, por exemplo no WTCC o tipo que estava a usar uma besta dessas era a rampa que tinha e é também a rampa que vem de origem nas bestas fabricadas pela Pirineos, e se são as mais fiáveis… então… é porque a rampa se safa bem.

  9. Archeroliveira diz:

    Boas amigos do arco alguem conhece este tipo de rampa vantagens e contra na caça.
    QAD ULTRA-REST PRO SERIES HD.
    Um abraço.
    E ja agora o BISCUIT.

    • 1gcabp diz:

      QAD Ultra rest pro series HD
      Afirmam que tem vantagens em relação a outras rampas drop-away porque na posição de caça (braço levantado) se pode desarmar o arco sem que o braço caia, mas já li comentários na net que por causa desta “vantagem” às vezes o braço não cai.
      Do mesmo género e mais baratas há as Ripcord – o Paulo Vilela e o Filipe Augusto usam-na, e eu encomendei o último modelo deles a Ripcord code red.
      Quanto à biscuit é uma boa rampa de caça, precisa qb. Pode fazer barulho mas há truques para o eliminar. Única precaução, de acordo com as opiniões na net, usar penas o mais rígidas possíveis e não empenar as flechas a direito.
      Espero que ajude

      • Archeroliveira diz:

        Boas amigos do arco eu tenho a QAD Ultra rest pro series HD e até a data nunca deixou de cair só queria opiniões a ver se foi uma boa escolha muito fácil de afinar no entanto tem de se ter um cuidado, não pode ser lubrificada pois danifica o sistema de prisão quando está armada e depois não segura, eu lubrifiquei a minha e depois foi uma trabalheira para limpar aqueles mini travões pois não a consegui abrir e tive de a soprar com um desengorduraste no entanto o óleo entrou bem mas para sair foi complicado e já está em funcionamento normal.
        Quanto ao biscuit só me mete confusão o facto de estragar algumas penas e perda de velocidade com as penas a passar pelas serdas da rampa.
        Obrigado pelas opiniões e não há duvidas QAD Ultra rest é uma boa rampa.

    • Filipe Augusto diz:

      Archeroliveira eu uso uma Ripcord e digo-te que não quero outra. É muito rápida no fallway, muito precisa e muito fácil de afinal. precisa de umas coisinhas no garfo para tirar barulhos mas de resto… nada a apontar.
      Tem um contra… é cara e não se encontra a venda em Portugal, na Europa e difícil de encontrar.
      Saliento que uso o mesmo arco para caça e competição, a rampa tá fartinha de levar trabalho e não se queixa de nada é sempre a bombar.

    • Filipe Augusto diz:

      O Sr. Augusto vendeu uma QAD ao Sr. Torres e ele despachou-a porque as penas tocavam na rampa ou seja ela era lenta a baixar. Fica atento e vê se notas marcas na rampa ou nas penas. As QAD desenvolveram mais como é óbvio mas fica atento. Mandei uns emails pro staff da bowtech a perguntar porque usavam ripcord em alguns videos deles eles responderam que as rampas que aconselhavam e as mais indicadas eram as Octane (a marca deles) mas que as ripcord eram bastante rápidas. Para bom entendedor meia palavra basta. RIPCORD e mais nada…

      • 1gcabp diz:

        Filipe
        Quando se usam arcos com 80 libras e mais, é normal que as rampas sejam lentas.

      • Archeroliveira diz:

        Descobri a dias por mero acaso que se pode aumentar a velocidade de queda da rampa tem no seu interior uma mola e vários furos para dar força.

  10. Archeroliveira diz:

    Isto está a ficar porreiro agora já somos três teimosos hehe assim dá mais luta no bom sentido da palavra.

    • Miguel Duarte diz:

      Zé, o problema da torção do arco, seja no compound seja no recurvo é detectável com facilidade, por exemplo, no recurvo (já que falamos de uso de kisser) tens o alinhamento da corda num ponto fixo do corpo da mira, já que com peep obviamente que usas o centro da corda. Numa mira de pinos uso uma parte da caixa como alinhamento, o melhor, como dizem os treinadores é perceber o que provoca a torção acidental e corrigir o erro, por exemplo, normalmente é a pressão dos dedos na lateral do punho, uma técnica que vejo nos pros da Mathews para corrigir isso é por o dedo indicador mais sobre o topo do grip (quase sobre o vergão da janela) e encostar esse dedo ao polegar, criando consistência, por exemplo por cá era a técnica que o Resende usava e eu também uso no Switchback.
      Isso são questões fáceis de corrigir nos treinos.

      Já agora nos pinos, e na redução da espessura, os coreanos nos recurvos retiram as fibras-opticas dos pinos e usam o centro vazio do pino como «túnel» de mira para centrar o melhor possível no centro. Na besta target usa-se a mesma teoria, permite centrar com o 8 a 65m e com o 9 a 45m.
      Claro que em ambientes escuros é um problema.

  11. sergio ramalho diz:

    Paradoxo das flechas…….adorei este vídeo,nunca imaginei que esse paradoxo pudesse tão grande como vi no vídeo….quero também deixar um abraço para todo este pessoal que devido há sua colaboração esta a tornar este blogue um sucesso….votos de boas caçadas

    • Adamo diz:

      Tal como expliquei por email e o José Franco publicou como comentário, não existe um paradoxo da flecha, existe sim o PARADOXO do ARQUEIRO! Esse paradoxo, ou essa coisa estranha e contrária a uma lógica inicial, só um arqueiro a disparar com um arco sem janela e sem mira a pode VER! Podem observar na imagem da wikipedia

      http://en.wikipedia.org/wiki/Archer%27s_paradox

      que mesmo quando a flecha tem o spine correcto ou o mais adequado, ela inicialmente quando armada no arco aponta numa direcção divergente em relação ao alvo e à trajectória que vai tomar, que é aquela estabelecida pelo plano de oscilação da corda (vejam como o caso do meio mostra o noco, centro do arco e alvo, alinhados).

      Na minha opinião, muitas vezes se confunde “paradoxo do arqueiro” com as “flexões da flecha” durante a largada. Ora se um arco tiver boa janela e as flechas o spine correcto para o conjunto arco-arqueiro, o paradoxo não se observa mas as flexões da flecha podem ser observadas em câmara lenta.

      Quanto mais baixo fôr o spine da flecha, para determinado arco, mais o efeito da flexão se observa em câmara lenta, até ao limite em que se a flecha fôr muito flexível (spine muito baixo) ela não aguenta a aceleração e parte no arranque, podendo eventualmente ficar uma parte espetada na mão ou no antebraço, etc!

      Resumindo:
      – o paradoxo do arqueiro só pode ser observado pelo atirador de um arco tradicional – claro que esses rapidamente aprendem a compensar isso.

      – a flexão das flechas ao serem aceleradas, observa-se em qualquer arco por uma boa máquina de fotografar/filmar 😉

      – em todos os arcos, a variação do spine das varas (entre outras coisas como por ex. o peso da ponta) interfere com a trajectória da flecha. No caso dos arcos tradicionais também ou ainda mais, por não terem janela, e portanto também interfere com a observação do paradoxo, etc.

      Antes das fibras de carbono e dos novos materiais era muito difícil aumentar o spine da flecha (torná-la menos flexível) sem ter de aumentar muito a massa ou o peso da flecha, comprometendo depois o alcance do projéctil. Além disso, mais massa e maior rigidez, especialmente num arco tradicional, faz com que a vara “resista” mais e não assuma a trajectória que lhe imprime o movimento da corda, fugindo depois para um dos lados (para esquerda se o arco fôr direito) – tal como podem vêr na imagem da wikipedia. Obviamente para quem aponta com a ponta da flecha, essa fuga do alvo também é paradoxal!!! he he!

      Estes problemas já não se colocam, nem nós dependemos da pontaria para sobreviver mas convém saber o que é afinal o assim baptizado “paradoxo do arqueiro” e distanciá-lo na medida certa do fenómeno da flexão do corpo das flechas durante a largada e voo inicial.

  12. Miguel Duarte diz:

    Paulo,
    Só agora é que vi a tua pergunta sobre o alinhador montado no nock point. Eu cometi o erro de tentar usar uma dessas coisas e posso dizer-te que acho que devo ter tido isso montado aí por um 100 tiros, porque ainda teimei para ver se isso daria mesmo resultado. Isto porque, o arco torna-se quase impossível de afinar na prática, embora pareça que em teoria a corda fique certa o que faz é que isso vai contrariar a torção de corda a quando da saída (largada) isto, provoca uma flexão de tal forma da flecha que na prática torna impossível a afinação, fora que no meu caso, abria totalmente os nocks.
    Num forum de tiro com arco (Archery3D) vi um relato dessa peça num arco muito curto 31″ ATA que provocou a rotura da corda.
    Esta última não te deve acontecer no Comander mas não gastes dinheiro nessa porra.

    • Paulo Vilela diz:

      Obrigadao sendo assim fica o caso arrumado vou afina-lo de outro modo.

      • Archeroliveira diz:

        Paulo quando nos encontrarmos no Açor tratamos de meter isso no ponto mas só no segundo dia para dar tempo de ver como se comporta não quero que falhes um porco por mudanças de ultima hora. Um abraço e venha logo o fim do mês.

    • Filipe Augusto diz:

      Eu por acaso vou montar um no meu arco e informei-me antes como de costume. Como em tudo na vida se as coisas não forem montadas como deve ser corre mal, dai por vezes algumas pessoas dizerem que estragam arcos e partem cordas.
      Devida-me montado, por forma a não forçar a corda, é sem duvida uma mais valia para manter o peep na posição. Não se esqueçam que se trata de uma peça, digamos “de conforto” para o arqueiro.

      • miguel duarte diz:

        Filipe, se há alguém que tem os arcos bem afinados esse sou eu. Essas peças, como dizem podem transmitir algum «conforto» ao arqueiro mas em geral, para quem já atire minimamente são uns autênticos impecilhos. É como as cordas de alinhar os peep, são boa solução para iniciados mas para quem já der uns tiritos… só estragam.

        No post da afinação de peep, para mim, como alguns de voçês sabem venho de muitos anos de recurvo e de alguns de tiro compound com dedos.
        A atirar a dedos, a corda como está livre para rodar (ao contrário de quando está presa no loop) o peep nunca está correctamente posicionado, só há uma solução, a corda de alinhamento, contudo, para mim não é uma solução muito viável e, no meu caso, pela experiência de recurvo e como tenho um encaixe de mão bastante bom optei sempre por kisser em vez do peep.
        Prefiro ter uma visão geral do que se passa à minha frente e usar o ponto de mira como nos recurvos.
        Só tenho uma dúvida nesse capítulo, até que ponto será melhor nesta solução usar uma mira com maior comprimento, como a letal killer da Sure-loc, do que uma mais próximo do arco como as da Tru-glow? Será que tal como no tiro de presição a distância entre pontos é melhor para a presição, ou por ser quase tão comprida como um estabilizador (8″) pode estorvar como o raio?

      • José Franco diz:

        Boa tarde Miguel

        Quando se utiliza um compound sem peep e com chucha, ou kisser button, é muito fácil, apesar de ter um ponto de ancoragem consistente, não dar pela ligeira torção do arco. Os tiros saiem todos bem em altura mas há uma variação na lateralidade.
        Digo isto porque não uso “peep” e uso chucha e a minha mira (Vitalgear hollow pino, transformada) tem dois referenciais que permitem detectar a torção do arco.
        Quanto à mira, não tem tanto a ver com o comprimento desta, mas sim com o diâmetro da fibra do ponto de mira. Por alguma razão, a truglo e outras marcas estão a começar a usar fibras com 0,10″ de diametro para as distâncias longas (> a 40 mts) e as fibras convencionais 0,19 e 0,29 para distâncias intermédias e curtas.
        Mas é opinião hunânime, e da qual comungo, que cada um deve optar pelo sistema que lhe dê pessoalmente melhores resultados e com o qual se sinta mais confortável. O máximo que podemos fazer pelos outros é comunicar a experiência que temos com o nosso material e esperar que algum desse conhecimento possa aproveitar a alguém.
        Se fossemos todos iguais só haveria uma marca e um modelo de arco, uma marca e um modelo de mira e por aí fora.

        Bons tiros.

      • Filipe Augusto diz:

        Eu também atiro de recurvo como é sabido e nunca usei xuxa porque em BHR não é permitido mas já tentei com o compound atirar com kisser e o resultado é que a minha visão desfigura a imagem de tal forma que o tiro sai á mesma altura mas 1 metro para a esquerda o que prova que usar kisser depende da visão do arqueiro e de outros factores.
        Alerto mais uma vez que cada caso é um caso e que existe material que para uns é bom mas para outros ele poderá reagir mal ou seja não ser o indicado.

  13. Paulo Vilela diz:

    Ja alguem utilizou uma peça de metal que obriga a corda a manter-se na mesma posiçao por contacto com o nock?
    se ja agradecia que me digam quais foram os resultados pois estou a pensar em por um para trocar o peep que tenho.

    Abraço a todos

    • Archeroliveira diz:

      Já vi a ser utilizado e não durou muito tempo montado pois os resultados não eram muito agradáveis de ver.
      Eu pessoalmente não aconselho pelo que vi.
      Mas como não somos todos iguais como já foi referido e cada caso é um caso e a minha opinião conta o que conta.

      • Paulo Vilela diz:

        Antonio diz-me os resultados eram como?a flecha nao saia direita?danificava os nocks?ou outro problema?e que estou para montar um e gostava de saber.
        O meu obrigado desde ja.

    • Archeroliveira diz:

      Boas Paulo podes montar e testa pois até pode resultar mas o principal problema é que não existia consistência nos tiros e com pontas de caça as flechas faziam sss a voar eu sei que a pessoa que o montou que experimenta tudo e mais alguma coisa não gostou e pelo que eu vi também não fica a flecha sujeita a alguma tenção a manter a corda na mesma posição, depois mudou para o Loop mas mais tarde voltou a ter como inicialmente loop metálico de apertar com o alicate na parte superior e disparador na inferior.

    • Filipe Augusto diz:

      Paulo
      Eu meti um peep aligner e não um loop aligner.
      O peep aligner que meti funciona e não me dá cabo de nock, não desvia o tiro, não faz barulho, simplesmente faz a função dele que é manter o peep no sitio que pretendo. Poderá tirar velocidade ao arco mas é muito pouca.
      O ideal era o peep manter-se no sitio sem se mexer, aí não precisaríamos do peep aligner… dessa forma teriamos a corda mais leve que significaria mais velocidade no arco e menos cenas para afinar.
      Como dificilmente isso acontece o que sugiro (por experiencia propria) é montarem um peep aligner não um loop aligner.

  14. Archeroliveira diz:

    A minha técnica de alinhar o peep nada tem a ver com dar voltas a corda que a meu ver vai alterar o comportamento do arco “mas isso sou eu que digo”. Depois de instalado no caso de este estar desalinhado voltara colocar a corda sem tensão “prensa” e retirar um fio de um lado do peep e passar para o outro e do outro lado igual umas vezes e no sentido que a corda está enrolada, outra o contrario “ver comportamento” do peep dependendo se este inicialmente está para o lado esquerdo ou direito. Se ao efectuar esta operação ficar pior é porque tem de movimentar os fios no sentido contrario.
    Um abraço e bons alinhamentos do peep.

    • José Franco diz:

      Amigo António

      O alinhamento por torsão da corda, como muito bem diz, altera o comportamento do arco, tal como a instalação de silenciadores, loops, nock points, etc.
      Passar os fio da corda de um lado para o outro do “peep” é uma técnica já muito usada, e com bons resultados.
      Deve ser executada, ao contrário do que diz, com a corda em tensão, porque assim os resultados podem ser vistos de imediato. O fio ou fios que se “passam” para o outro lado do peep são sempre no sentido contrário ao desalinhamento.
      Se o peep está virado para a esquerda, o fio ou fios a passar são da esquerda para direita, de maneira a alterar o binário exercido pela corda sobre o peep.
      No caso de cordas com muitas voltas pode acontecer, e já o vi, um dos lados do peep acaba com 14 ou quinze fios e o outro lado com 8 ou sete, o que pode provocar um desiquilíbrio ainda maior na corda.
      Esta afinação pode ser usada como complemento da que comentei porque provoca uma torsão mínima sobre o peep. Só se passam um ou dois fios de um lado para o outro.
      Em resumo, o método ou métodos a usar, devem ser os que nos deem bons resultados e que consigamos executar com confiança.

      Bons tiros.

    • Archeroliveira diz:

      Eu sempre passei o mesmo numero de fios de um lado para o outro se mexo num dos lados vou também trocar um fio do outro lado para ficar o mesmo numero de fios dos dois lados do peep e não o faço com a corda em tensão pois já o cheguei a fazer até ao dia que parti um fio ao roçar na beira do peep e depois tive muito mais trabalho a fazer uma corda nova.
      Muitas vezes os resultados a vista com a corda em tensão e o arco em repouso nada têm a ver como quando se abre o arco.
      O que é referido sobre a forma de passar os fios é verdade e é assim que funciona só não o referi pois não estava bem certo de como era, nada como ter o material a frente que se vê a forma de o fazer.
      Tanto o é que os meus peeps com os ascos em repouso estão virados para o lado esquerdo e quando eu abro o arco os ditos rodam e ficam perfeitamente alinhados e não tenho o loop a fazer força estão perfeitamente alinhados em descanso.
      Mas como diz o camarada Paulo Vilela a melhor técnica é aquela que der melhores resultados, como cada caso é um caso, nada como testar e principalmente bater com a cabeça pois muitas vezes aprende-se mais com os erros do que com aquilo que se ouve.
      Um abraço e bons alinhamento.

  15. sergio ramalho diz:

    Fabulosa mesmo esta afinação básica de arcos compound, muito fácil de interpretar para quem não percebe a forma de como funciona um arco….

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